quinta-feira, 16 de agosto de 2012

— Charles Bukowski, Numa Fria.

“Olhei o rosto dela e pensei: merda, eu a amo. Que vou fazer? O melhor que podia fazer era bancar o indiferente, depois seguir com ela para o estacionamento. A gente nunca deve deixá-las saber que está ligando, senão elas nos matam.”

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Tentativa de entender o que não consigo explicar

Estou vivendo pouco
Estou morrendo aos poucos
Estou cansado sempre
E triste consequentemente

Sofro com cada pontapé seu
Sofro pelo que aconteceu
E me pergunto o que lhe fiz
E o que lhe fez mudar assim

Talvez eu tenha entendido errado
Talvez você nunca quis permanecer ao meu lado
Talvez esse mesmo papo não leve a nada
Provavelmente você nem está mais zangada

Se isso for verdade
Se você perdeu a vontade
Só posso esperar que passe
E desistir se tornou minha realidade